‘Somos soberanos. Não somos obrigados a seguir orientações da OMS’, diz Pazuello a CPI
Questionado por senadores sobre uso de cloroquina, ex-ministro da Saúde afirmou que Jair Bolsonaro (sem partido) ‘nunca deu ordens diretas para nada’
O ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou em depoimento à CPI da Covid-19, nesta quarta-feira (19), que o Brasil não é obrigado a seguir orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ou da Organização das Nações Unidas (ONU) durante a pandemia.
“A OMS e a OPAS não impõem nada para nós, nossa decisão é plena, o Brasil é soberano para tomar suas decisões em qualquer área, inclusive saúde, não somos obrigados a seguir nenhum tipo de orientação de OMS, ONU, de lugar nenhum. Somos soberanos”, afirmou o general.
Diante da insistência dos senadores para saber se o Ministério da Saúde seguia orientações da OMS ou tinha outras, Pazuello mudou o tom e disse que as posições da entidade “não eram contínuas pela própria incerteza da situação”.
Ainda assim, o ex-ministro reiterou que as orientações para combate à pandemia no país “eram do ministério, não da OMS”
Durante a fala, o militar lembrou que teve “100% de autonomia” para montar a equipe na pasta, e lembrou que foi convidado diretamente pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em abril do ano passado, para integrar o Ministério da Saúde ainda como secretário-executivo.
Já quando perguntado pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), sobre ordens de Bolsonaro em relação à cloroquina, remédio que, mesmo sem eficácia no tratamento da Covid-19, era a aposta do presidente contra a pandemia, Pazuello disse que não.
“O presidente nunca me deu ordens diretas para nada”, afirmou.
*Com informações do jornal O Globo.
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