Simone Tebet quer o fim da reeleição e do orçamento secreto
Na avaliação da candidata do MDB, as reeleições propiciam “negociatas e escândalos de corrupção”
A candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet, disse nesta quinta-feira (19) que vê a reeleição como o “maior problema no Brasil”. Em participação no programa Hora do Voto, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo, a presidenciável também aproveitou para criticar o orçamento secreto.
Ao responder a perguntas de advogados, disse que apesar de ter sido reeleita quando foi prefeita, hoje, vê a reeleição como “o maior problema no Brasil”, já que propicia “negociatas e escândalos de corrupção”. Neste sentido, garantiu que se eleita vai propor o fim dessa possibilidade.
Tebet também criticou o chamado orçamento secreto e prometeu dar transparência absoluta às contas públicas. “Se eu for eleita presidente, com uma caneta como esta, eu dou transparência ao orçamento secreto. Eu baixo um ato normativo exigindo que todos os ministros de estado deem transparência absoluta nas contas públicas do orçamento. No primeiro dia, ele vai dizer quem é o parlamentar que mandou recurso, para onde mandou esse recurso, para ver se lá na ponta, esse dinheiro chegou”, ressaltou Tebet.
A candidata foi cobrada a respeito do que pensa sobre a pena disciplinar para juízes que abusam da autoridade e que violam prerrogativas dos advogados. Segundo a OAB, atualmente não há nenhum tipo de controle para este abuso. “Estarei sancionando qualquer medida, qualquer lei aprovada pelo Congresso Nacional que de alguma forma restrinja excessos de integrantes de qualquer autoridade, de qualquer Poder no Brasil, seja Executivo, Legislativo ou Judiciário.
A presidenciável emedebista defendeu ainda um fortalecimento do Ministério de Relações Exteriores. O objetivo é vender para o exterior uma imagem positiva do Brasil. Nesse sentido adiantou que, se eleita, vai escolher para chefiar a pasta um diplomata de carreira. Tebet também falou da importância de um governo inclusivo e garantiu que sua equipe ministerial terá 50% de homens e 50% de mulheres, também com representantes negros.
“Ainda em relação a esse governo inclusivo, nós teremos uma política nacional de equidade, ética, étnico-racial. Nós vamos estar combatendo todos os dias o racismo estrutural e o racismo institucional no Brasil”, destacou.
*Com informações da Agência Brasil
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