Por sanção de lei de igualdade salarial, senadoras pressionam Bolsonaro
Projeto foi aprovado na Casa no último dia 30 de março após dez anos de tramitação
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está sendo pressionado por senadoras para sancionar o Projeto de Lei Complementar (PLC) 130/2011 que estabelece multa para empresas que pagarem salários diferentes para homens e mulheres que desempenhem a mesma função. As informações são do Congresso em Foco, do UOL.
A matéria foi aprovada no Senado no último dia 30 de março, por unanimidade, após após dez anos de tramitação.
Porém, em live na última quinta-feira (22), o chefe do Executivo federal sinalizou que pode vetar a o projeto e disse que vai levar em consideração os comentários feitos no YouTube e em uma enquete de um jornalista apoiador para decidir se veta ou sanciona a Lei.
“Qual a consequência disso aqui vetado ou sancionado? Vetado vou ser massacrado. Sancionado: vocês acham que as mulheres vão ter mais facilidade de encontrar emprego ou não? Então vamos aguardar a resposta na segunda-feira, se eu sancionar, como vai ser o mercado de trabalho para a mulher? Está difícil para todo mundo, para mulher é mais difícil. Pode acontecer que o pessoal não contrate ou contrate menos mulheres”, disse.
A senadora Simone Tebet (MDB-MS), líder bancada feminina, se manifestou pelas redes sociais no fim da tarde de sexta-feira (24) e disse que o “argumento de que a luta pela igualdade no mercado de trabalho prejudica a empregabilidade das mulheres reforça essa desigualdade. Queremos justiça e respeito”. rebateu.
Além de Tebet, outras senadoras também foram ao Twitter reivindicar a sanção do projeto e promoveram a #PL130SancionaPresidente. Entre elas, Mara Gabrilli (PSDB-SP), Eliziane Gama (Cidadania-MA), Kátia Abreu (PP-GO) e Leila do Vôlei (PSB-DF).
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