Planalto quer usar baixa adesão a atos do MBL para reanimar base radical de Bolsonaro
Popularidade online do presidente caiu após carta na qual afirmou que não teve “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”
Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) viram a baixa adesão aos atos contra o governo no último domingo (12) como uma oportunidade para reanimar a base mais radical do bolsonarismo nas redes sociais.
Há preocupação entre assessores no Palácio do Planalto com os efeitos da Declaração à Nação, carta divulgada por Bolsonaro na semana passada na qual afirmou que não teve “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”.
O documento, divulgado dias após os atos do 7 de Setembro – quando Bolsonaro ameaçou o Supremo Tribunal Federal (STF) – dividiu aliados.
Além disso, Bolsonaro registrou um tombo de popularidade nas redes na esteira da divulgação da carta, que foi redigida com ajuda do ex-presidente Michel Temer (MDB).
Assessores presidenciais avaliam, reservadamente, que o recuo de Bolsonaro na escalada da crise com o Judiciário fragiliza a base mais fiel do bolsonarismo, que foi às ruas no Dia da Independência defendendo uma agenda radicalizada.
Eles comemoraram o resultado das manifestações convocadas pelo Movimento Brasil Livre (MBL), pelo Vem Pra Rua e por outros grupos em defesa do impeachment de Bolsonaro.
O diagnóstico do Planalto é que o comparecimento foi reduzido e deixou patente que a chamada terceira via – que defende uma opção que não Bolsonaro ou o ex-presidente Lula (PT) -, não tem, até o momento, poder de mobilizar as ruas.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo estimou cerca de 6 mil manifestantes na Paulista neste domingo, contra 125 mil no ato bolsonarista de 7 de setembro e 15 mil na manifestação da esquerda no mesmo dia no Vale do Anhangabaú.
A contraposição do público de domingo com o das manifestações pró-Bolsonaro tem sido amplamente explorada por aliados do Planalto nas redes sociais.
* Com informações da Folha de S. Paulo.
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