“O que impactou mais na vitória de Jerônimo foi o fator Lula”, diz Adolfo Menezes, que ja tem 56 votos para reeleição na Assembleia
“O 13 é muito forte no Nordeste, principalmente aqui na Bahia”, disse o parlamentar
Oito dias passados desde o resultado final das Eleições de 2022, ainda se fala sobre a vitória de Jerônimo Rodrigues (PT) sobre ACM Neto (União Brasil), isso porque todo o cenário desenrolado até o primeiro turno, em 2 de outubro, não apontava um terreno favorável para o petista. Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o deputado estadual Adolfo Menezes, que ja tem 56 votos para reeleição para a gestão do Parlamento do Estado, a reviravolta se deu à força de Lula e a boa avaliação da gestão de Rui Costa.
“Sem dúvidas. Eu acredito que o que impactou mais na vitória foi o fator Lula. O 13 é muito forte no Nordeste, principalmente aqui na Bahia, foi dada uma demonstração. Mas é claro, se o governo Rui não tivesse feito essas obras todas o resultado não seria o mesmo… Mas o governo Rui está com 80% de aprovação. Imagine o cara sair do governo depois de 8 anos… É uma coisa inédita, é muito difícil”, disse Adolfo em entrevista com o editor-chefe do Portal M! e colunista de Jornal A Tarde, Osvaldo Lyra.
Segundo ele, outro fator que pesou também foi a composição da chapa, incluindo o do senador reeleito, Otto Alencar (PSD), que tem boas articulações com dirigentes dos municípios interioranos da Bahia, somados aos 16 anos de gestão de Jaques Wagner e Rui Costa.
“Então, o conjunto pelo tamanho do grupo, o nosso partido que é o maior da Bahia, que tem o senador reeleito Otto Alencar, que faz um grande trabalho, tem a força do PT, tem a força do próprio governo, da estrutura da máquina, com outros partidos: PCdoB, PSB. Então, tudo isso levou à nossa vitória e a uma vitória que não foi fácil, apertada. Mas o importante é que vencemos”, falou Menezes.
No entanto, a vitória de Jerônimo foi por um triz uma vez que a diferença foi de 703.119 entre o ex-prefeito de Salvador. Para Adolfo, o resultado é uma equação normal da democracia em busca de novos horizontes após uma gestão perpetuar no poder por quase duas décadas [que agora serão com os próximos quatro anos].
“É claro que depois de 16 anos, mesmo com todos os benefícios através das obras que foram feitas por toda a Bahia, em todas as áreas, as pessoas sempre querem mudar. Tanto é que foi uma eleição disputadíssima, o resultado apertado. Mas eu credito isso à desinformação da maioria da população que não acompanha”, pontuou o presidente da AL-BA.
Segundo ele, o processo de desinformação se dá ao fator de restrição ao entendimento da política, haja vista que a grande massa está muito mais preocupada com em vender o almoço para comprar o jantar.
“A população está interessada em sobreviver, é uma dificuldade muito grande no nosso país, desemprego gritante, as famílias têm seus problemas pessoais. Então, só os que entendem de política é a classe de vocês da imprensa, e quem está dentro da política, um ou outro que se interessa pela política. Eu digo isso porque o que a população quer? O que o povo quer de um gestor, de um governante? O povo almeja que ele trabalhe para mudar a vida das pessoas para melhor”, explicou o deputado estadual.
“E isso eu te garanto que o governador Rui Costa fez, depois do governador Wagner, fez como nenhum outro governador fez na história da Bahia. Eu estou dizendo isso com propriedade. Eu faço parte do grupo do governador, não sou PT, sou do PSD, discordo de muitas políticas do PT, mas no geral, se a população estivesse inteirada do que foi iniciado pelo governador Wagner na época e dado prosseguimento pelo governador Rui, eu tenho certeza absoluta de que o resultado era muito maior”, completou Adolfo Menezes.
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