Lula deve dar largada à candidatura em 2022 com pronunciamento nesta terça

A presidente nacional do PT, a deputada Gleisi Hoffman, evitou falar sobre a eleição, mas disse que Lula nunca deixou o cenário político


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redacao 09/03/2021 08:00 Política

Depois de comemorar a retomada dos direitos políticos, após o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anular na segunda-feira (8) todas as condenações impostas pela Justiça Federal do Paraná, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dará uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (9), às 13h30, no sindicato dos metalúrgicos do ABC em São Bernardo do Campo.

O discurso é esperado com grande expectativa por dirigentes do partido, que veem o ato como o primeiro da pré-candidatura de Lula à eleição presidencial.

A direção nacional do partido avalia que o petista deve se consolidar como o principal candidato do campo progressista para 2022, com maior viabilidade eleitoral para construir uma frente ampla e disputar contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Apesar de comemorar a anulação das condenações de Lula, a direção petista adotou um tom de cautela ao se pronunciar oficialmente sobre a decisão de Fachin, por temer que a determinação do magistrado seja alterada.

A decisão pegou o PT de surpresa. O partido não havia recebido qualquer sinal de que o magistrado poderia anular todas as decisões tomadas pela 13ª Vara de Federal em Curitiba (PR) nas ações penais abertas contra Lula na Lava-Jato.

A presidente nacional do PT, a deputada Gleisi Hoffman (PR), afirmou que o mais importante da decisão de Fachin é devolver os direitos políticos para o petista, mas cobrou que o julgamento da suspeição do ex-juiz Sergio Moro ainda seja julgada – o processo foi anulado junto com as condenações.

“A defesa está analisando todos os efeitos da sentença e obviamente vai tomar as decisões que achar importante no sentido de recorrer de pontos dela, inclusive sobre essa possibilidade [de pedir a suspeição de Moro], mas não tenho ainda isso definido”, disse Gleisi a jornalistas.

A petista afirmou que a decisão “não apagará a dor e a injustiça”, mas que o importante é “reestabelecer os direitos políticos” do ex-presidente.

Gleisi evitou falar sobre a eleição de 2022, mas disse que Lula nunca deixou o cenário político.

“A gente só lamenta que isso tenha demorado cinco anos, que o presidente Lula tenha sido submetido a toda sorte de humilhações e perseguição para só agora ter reconhecido isso, o que estava nas alegações iniciais da defesa”, concluiu.

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