Guedes diz que programa que permite redução de jornada e salário será prorrogado por mais dois meses
Medida foi implementada em abril para evitar um aumento ainda maior do desemprego durante a pandemia do novo coronavírus
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta sexta-feira (21) que o governo vai prorrogar, por dois meses, o programa que permite a empresas suspender contratos ou reduzir a jornada de trabalho e o salário dos funcionários. As informações foram publicadas pelo Portal G1.
O programa havia sido anunciado em abril como medida para evitar um aumento ainda maior do desemprego durante a pandemia do novo coronavírus, que provocou restrições no funcionamento ou mesmo o fechamento de parte do comércio e da indústria.
A Medida Provisória inicial, que foi sancionada no início de julho e transformada em lei, previa a suspensão dos contratos de trabalho por até dois meses e a redução da jornada e de salários em até 70% por até três meses.
No dia 14 de julho, o governo publicou a primeira prorrogação do programa, elevando para até quatro meses o período em que as empresas poderiam reduzir jornada e salário dos funcionários, e também fazer a suspensão dos contratos.
O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda prevê que o trabalhador permanecerá empregado durante o tempo de vigência dos acordos e pelo mesmo período depois que o acordo acabar.
“O benefício emergencial já favoreceu quase 16 milhões de trabalhadores que tiveram seus empregos preservados graças ao programa”, disse Guedes, durante transmissão pela internet em que comentou o resultado do Caged de julho, que teve saldo de geração de 131 mil vagas formais.
“Eu diria que foi nosso programa mais efetivo em termos de gastos – preservar 16 milhões de empregos gastando um pouco mais de R$ 20 bilhões. O programa tem tido tanto sucesso, tanto êxito, que vamos prorrogar por mais dois meses para continuar preservando empregos”, afirmou o ministro.
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