Florence finaliza liderança no Congresso e assumirá como ‘gerentão’ do governo Jerônimo
Em fevereiro, após assumir o novo mandato como deputado federal, Florence vai se licenciar do cargo, e retornar ao posto de titular da Casa Civil no governo estadual
O deputado federal Afonso Florence (PT), explicou em entrevista ao editor-chefe do Portal M!, Osvaldo Lyra, sobre sua nomeação como secretário da Casa Civil, seguida da sua exoneração em 5 de janeiro. De acordo com o deputado, tudo foi combinado com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), para que fosse realizada a transição simultânea na Casa Civil, com a liderança da minoria no Congresso Nacional.
“Eu estou líder da oposição no Congresso Nacional. Sou responsável por todas as medidas provisórias, pelos vetos às medidas provisórias, leis ordinais presidenciais, sou responsável pelos projetos de lei do Congresso Nacional, que são PLN’s, que vão para a Comissão Mista de Orçamento e depois para o Congresso, não passa nem na Câmara, nem no Senado. Agora, a liderança não é mais da oposição, é do governo, e o líder será Randolfe Rodrigues (Rede-AP)”, explicou.
Já sobre o processo de nomeação e exoneração como secretário da Casa Civil, Florence afirmou que sinalizou ao governador Jerônimo, que não poderia passar o mês de janeiro na Bahia. Com isso, no mês de fevereiro, após assumir o novo mandato como deputado federal, Florence vai se licenciar e retornar ao cargo de secretário da Casa Civil do governo de Jerônimo.
“Ontem eu estava lá, visitei ministérios, como secretário indicado da Casa Civil da Bahia, exonerado para fazer a transição combinada nas duas responsabilidades. Apresentei ao governador o problema, de que não poderia ficar o mês de janeiro inteiro na Bahia, ele sugeriu que eu assumisse para coordenar a primeira reunião do secretariado. Quando estou na Bahia vou cumprindo esse tipo de responsabilidade, combinando com reuniões remotas”, disse.
Desenho da Casa Civil
Durante a entrevista, o deputado também revelou que já possui um desenho para a Casa Civil. “Tenho um desenho, é o que existe. A Casa Civil organiza ações prioritárias de governo, com o fato de que tivemos um golpe de Estado em 2016, dois governos como foram, de Temer e Bolsonaro, com o desmonte de políticas públicas, cortes de orçamento, reduzindo as parcerias do governo central com os Estados, e na Bahia, não foi diferente”, ressaltou.
Florence também destacou o papel do ex-governador Rui Costa (PT) que, segundo ele, atuou de forma “habilidosa e competente”, para concentrar as ações e fazer uma “política de qualidade de gasto público”.
“Ele acumulou a capacidade orçamentária e fez uma estratégia de ampliação da rede física, com escolas, hospitais, creches, aprofundou a dinâmica de intervenção na infraestrutura urbana e agora, voltamos a ter ações na cultura, meio ambiente, foco na educação, qualidade, isso voltou a ser uma dinâmica nacional. Aqui foi muito presente nos governos de Wagner, e estamos em processo decisório de prioridades. Vamos fazer isso combinando o Programa de Governo Participativo (PGP) com a Lei Orçamentária, e vamos elaborar um novo plano, para aprofundar as políticas”.
Florence também falou sobre o desejo de compatibilizar as novas políticas federais, inclusive na Cultura, com a lei Paulo Gustavo e Aldir Blanc.
“A gente vai virando essa chave, assim que abrir orçamento, for retomado o trabalho das Casas legislativas, vamos de fato, iniciar esse novo período, histórico, e agora em sintonia com o governo, e com mais um governo do PT na Bahia, de Jerônimo”.
Sanção presidencial
O deputado federal também revelou que, nesta sexta-feira (20), haverá a sanção presidencial de um Projeto de Lei (PL) de sua autoria. “Hoje por exemplo, está tendo uma sanção presidencial de um projeto de lei de minha autoria, que é a regulamentação da profissionais de agentes comunitários de saúde, mas estou em Salvador”, completou.
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