Esquema do qual governador do RJ participava planejava arrecadar R$ 400 mi cobrando propina de 5% sobre contratos
Segundo a subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, a indicação é feita, ‘para se ter uma ideia’ da dimensão do esquema criminoso na Saúde do estado
A subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo estimou, em representação enviada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que somente com esquema criminoso de contratação de organizações sociais na área de Saúde, a organização criminosa supostamente chefiada pelo governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), pretendia angariar quase R$ 400 milhões em valores ilícitos, ao final de quatro anos de mandato.
De acordo com o Estadão, a estimativa leva em consideração suposto objetivo do grupo em cobrar propina de 5% de todos os contratos para gestão de unidades de Saúde. A indicação é feita, segundo a subprocuradora, “para se ter uma ideia” da dimensão do esquema criminoso somente na Saúde.
Isso porque, segundo o delator e ex-secretário de Saúde do Rio Edmar Santos, o suposto esquema de corrupção instalado no governo Witzel abrangeria todas as secretarias de Estado do Rio de Janeiro.
Ainda segundo a publicação, a estimativa da PGR toma como base documento do governo do Estado que indicou que a Superintendência de Acompanhamento de Contratos de Gestão acompanha o montante mensal de R$ 160.999.451,65 pagos às organizações sociais de Saúde, já excluindo o valor de Hospitais de Campanha, que são de caráter excepcional.
Assim, segundo Lindôra, as contratações das Organizações Sociais (OSs) na área de Saúde envolvem o montante anual de, aproximadamente, R$ 2 bilhões, ou, ainda, R$ 8 bilhões durante o mandato de Witzel, desconsiderando eventual reeleição.
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