“Espero que o próximo presidente da República possa unir o país”, diz Leo Prates
Secretário da Saúde de Salvador afirmou ao Portal M! que as lideranças políticas devem buscar diálogo e convergências
O secretário da Saúde de Salvador, Leo Prates, tem evitado falar sobre política. Em entrevista ao editor-chefe do Portal M!, Osvaldo Lyra, no jornal A Tarde, ele não se esquivou e disse que espera que o próximo Presidente da República, “seja ele quem for, possa unir o nosso país”.
“Eu acho que quando a vida das pessoas está em risco, a política se torna pequena. Eu tenho uma missão até o ano que vem, política eu quero falar no ano que vem, mas o que eu quero destacar é o seguinte, eu espero uma política com união, eu espero que o próximo Presidente da República, seja ele quem for, possa unir o nosso país”, ressaltou.
Segundo o secretário, “nós não podemos ter esse fracionamento, somos todos brasileiros, somos todos baianos, somos todos soteropolitanos”.
“Eu, por exemplo, não penso igual em tudo aos grupos ligados a Bolsonaro, nem penso igual em tudo aos grupos ligados ao PT e ao PCdoB, mas nós sempre buscamos aqui o diálogo e a convergência. Então eu espero que as lideranças políticas possam buscar união, diálogo e convergências, porque a gente não tem que concordar em tudo”, explicou.
“Agora o que eu posso destacar é que nesse momento o estado brasileiro mostrou a sua importância através do Sistema Único de Saúde e as pessoas precisam refletir bem sobre em quem vão votar no ano que vem, porque se não fosse o SUS, o SUS salvou o sistema privado por várias vezes, e mostrou a importância do estado brasileiro de ter uma estrutura forte”, completou.
Leo revelou ainda ao Portal M!, o sonho que tinha no passado em ser prefeito da capital baiana e que pretende disputar algum cargo no pleito de 2022.
“Ano passado eu não pude ser candidato, você sabe, eu tinha o sonho de ser candidato a prefeito de Salvador. Não pude ser candidato, mas apoiei aquele que eu considerava o melhor e acho que está fazendo uma belíssima gestão, que é o prefeito Bruno Reis. Mas abri mão do meu sonho e espero estar disputando algum cargo no ano que vem”, revelou.
“Eu gosto de servir às pessoas, acho que já provei que consigo desempenhar com razoável desenvoltura os cargos que me foram oferecidos pelos desafios da vida pública, como a presidência da Câmara, como a Secretaria de Promoção Social com a Secretaria de Saúde”, continuou.
Questionado sobre que cenário ele desenha para 2022, o secretário afirmou que apoiará a candidatura do presidente nacional do Democratas, ACM Neto, ao cargo de governador da Bahia.
“O que eu posso dizer a você é que onde eu estiver, eu estou pronto para servir o povo da Bahia e servir também ao meu grupo político. Eu faço parte de um grupo político, apesar de ser uma pessoa de diálogo e de união, que é o grupo do prefeito ACM Neto. E dizendo isso eu digo que só tenho dois compromissos: meu voto no ano que vem é para ACM Neto e para presidente da República é no Ciro Gomes, mas respeitando as diferenças de pensamento das pessoas que pensam que outros projetos podem ser melhores. Essa é a beleza da democracia”, afirmou.
Provocado sobre o cenário político nacional, que sempre interferiu nas eleições para o governo da Bahia, se pode prejudicar ACM Neto, Léo enfatizou que o povo vai levar mais em consideração, nas urnas, os projetos.
“Você está me provocando a entrar em política, mas eu quero me manter distante. Mas eu quero trazer uma reflexão. Quando venceu a primeira eleição para prefeito de Salvador, ACM Neto não tinha o presidente da República e não tinha o Governo do Estado. Então, só quem pode responder essa pergunta são as urnas e no final é o povo”, ressaltou.
“Eu acho que o povo vai levar mais em consideração os projetos, as ideias, até por tudo que está acontecendo, e a capacidade da pessoa, do que efetivamente grupos políticos. Eu acho que vai ter gente que vai votar em ACM Neto e Bolsonaro, eu acho que vai ter gente que vai votar em ACM Neto e Lula, eu acho que vai ter gente igual a mim que vai votar em ACM Neto e Ciro”, completou.
“Então eu acho que o eleitor vai observar mais e vai ser cada vez mais independente. Isso eu faço justiça, veja por exemplo o peso das redes sociais que teve na eleição de 2018 e ainda vai ter um peso maior nas eleições de 2022”, finalizou.
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