Dallagnol diz que Lava Jato enfraqueceu conforme investigados voltaram ao poder
Nome forte da força-tarefa de Curitiba vê agenda anticorrupção cair; ele defendeu relação com Sérgio Moro
O ex-coordenador da força-tarefa de procuradores da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, avaliou que a falta de mudanças estruturais “para fortalecer a integridade no país” e o retorno “paulatino” de envolvidos em casos de desvios de recursos públicos ao poder levaram ao “enfraquecimento progressivo do combate à corrupção”.
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o procurador, que deixou o comando do grupo de Curitiba em setembro do ano passado e assistiu no início deste mês ao anúncio do fim da força-tarefa, disse ver “uma certa apatia ou mesmo cinismo” com a agenda anticorrupção passados 7 anos do início da Lava Jato.
Na oportunidade, Dallagnol evitou criticar diretamente o procurador-geral da República, Augusto Aras, que abriu caminho para que as forças-tarefas fossem incorporadas a um Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPF.
Porém, citou o “desmonte” das equipes dedicadas exclusivamente à operação como um dos fatores que levaram ao enfraquecimento da Lava Jato. Elencou também o veto ao cumprimento da pena após condenação em 2ª Instância, a revisão de regras para acordos de delação e a retirada de processos de Curitiba.
Perguntado se a relação dos procuradores com o juiz Sergio Moro não seria problemática, Dallagnol disse serem normais as conversas de partes de processos com os magistrados que os analisam.
“Com o juiz da Lava Jato, é evidente que tínhamos um contato mais frequente. Quando um advogado tem 5 casos criminais sob a responsabilidade do juiz, ele marca uma reunião. Quando você tem 1.000 casos, trocar mensagens é mais eficiente”, disse o procurador.
*Com informações do site Poder360.
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