CPI da Covid: Bolsonaro é indiciado por nove crimes cometidos durante a pandemia
Além do presidente, ex-ministros, empresários, deputados e senadores constam em relatório final apresentado nesta quarta-feira (20)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), foi um dos 66 nomes indiciados pela CPI da Covid, em virtude de crimes cometidos durante a pandemia de coronavírus no Brasil. Além dele, ex-ministros, empresários, deputados e senadores constam em relatório final apresentado nesta quarta-feira (20).
Com relação ao chefe do Executivo, entre as infrações cometidas, estão delitos previstos no Código Penal, crimes de responsabilidade, além de violações a tratados internacionais de Direitos Humanos.
Também na lista, aparecem outros nomes, como ex-ministro da Saúde e o atual titular da pasta, Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga, respectivamente. Os dois teriam cometido, conforme o documento do colegiado, crimes previstos também no Código Penal, a exemplo de prevaricação e epidemia com resultado morte.
Os três filhos do presdiente estão também no rol de indiciados. O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) foram citados devido a violação ao artigo 286 do Código Penal: incitação ao crime.
Os senadores também apontaram empresários suspeitos de participar do chamado “gabinete paralelo” – que aconselhava Jair Bolsonaro com relação as ações a serem adotadas durante a pandemia – no relatório final e foram citados da mesma forma.
Carlos Wizard, além de inicitação ao crime, deve responder por epidemia com resultado morte – ambos os crimes previstos no Código Penal. Luciano Hang, dono da Havan, também foi citado no artigo 286 da legislação.
Por sua vez, Fernando e Eduardo Parrilo, donos da Prevent Senior devem responder pelos crimes, entre outros, de perigo para a vida ou saúde de outrem, omissão de notificação de doença e falsidade ideológica.
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