Caminhoneiros dizem que auxílio oferecido por Bolsonaro é “esmola” e mantêm paralisação
Categoria está mobilizada para greve anunciada para o próximo dia 1º de novembro
O presidente da Associação Nacional de Transporte do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, afirmou, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que os caminhoneiros não vão recuar na deflagração de uma greve no próximo dia 1º de novembro, enquanto a política de preços dos combustíveis não for alterada.
O auxílio oferecido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na avaliação dos caminhoneiros, é “esmola”, e a categoria se mantém mobilizada.
“Eles já fizeram até um reajuste no piso mínimo do frete. Mas isso, como se diz no nosso linguajar de motorista, é um ‘melzinho na chupeta’, o famoso ‘tapinha nas costas’, que a categoria já vem levando desde 2018”, diz Stringasci.
Segundo o líder, a medida anunciada pelo governo não será suficiente para impedir a próxima manifestação porque os caminhoneiros exigem o cumprimento do frete mínimo.
“A gente não aceita auxílio nem quer esmola. Vai precisar mais do que isso para desmobilizar”, afirmou.
Bolsonaro prometeu o novo benefício a 750 mil membros da categoria para compensar o aumento no preço do diesel, mas não detalhou valores nem a origem dos recursos. Segundo ele, os números serão apresentados nos próximos dias.
Suspensão do transporte de combustível
Caminhoneiros que transportam combustíveis pararam em pelo menos dois estados nesta quinta-feira (21). Em protesto pelo preço do diesel e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), os serviços foram suspensos no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.
Na região de Campos Elíseos, no município de Duque de Caxias (RJ), os motoristas estão bloqueando o acesso de outros caminhões a bases de abastecimento. Já em Minas, todos os tanqueiros suspenderam as atividades e alguns deles estão concentrados na região da Refinaria Gabriel Passos, em Betim.
A informação foi repassada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindcomb), que atende aos interesses dos distribuidores de combustível na capital fluminense.
De acordo com a entidade, os manifestantes bloquearam o acesso às bases não para protestar contra as distribuidoras, mas sim contra a alta no preço do diesel e contra a política de preços da Petrobras, atrelada às variações do mercado internacional.
A região do bloqueio conta com bases das principais distribuidoras do país, como as da Vibra (antiga BR Distribuidora), da Raízen (administrada pela Shell e a Cosan), do Ipiranga e do grupo Ultra, além de sediar uma refinaria da Petrobras. As bases fecharam as portas para evitar tumulto e depredações.
* Com informações da Folha e do Portal UOL.
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