Brasil deixa de vender US$ 676 milhões por ano aos EUA por barreiras comerciais impostas por norte-americanos
Mesmo com aliança entre os dois países, há prejuízo nos negócios
O Brasil tem deixado de exportar US$ 676,5 milhões por ano devido às barreiras comerciais aplicadas pelos Estados Unidos, mesmo com a aliança estratégica entre os dois países. O número consta em um levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O montante supera em cerca de US$ 40 milhões o que foi vendido de aeronaves e equipamentos ao mercado americano no ano passado, por exemplo, e fica US$ 10 milhões acima do que foi exportado pela indústrias da transformação aos norte-americanos.
O valor também é 2,5 vezes maior que o volume de exportações americanas atingidas, anualmente, por medidas de restrição adotadas pelo governo brasileiro, de US$ 266 milhões.
Conforme o estudo, as medidas do Brasil incidem sobre 19 produtos, enquanto as dos EUA afetam um total de 162. Praticamente metade delas foi aplicada em 2016, antes de o presidente Donald Trump assumir. Outras saíram ou foram renovadas já durante o governo Trump, com prazos que vão até 2025.
Ainda segundo o estudo, as medidas brasileiras estão concentradas em direitos antidumping, que buscam evitar que os produtores nacionais sejam prejudicados por importações realizadas a preços abaixo do custo de produção. Já os EUA se utilizam tanto de medidas antidumping quanto compensatórias – ou seja, que visam compensar subsídios concedidos pelo governo brasileiro.
Sobre quatro produtos brasileiros, os EUA aplicam essas medidas em dobro, ou seja, tanto antidumping quanto compensatórias. São eles: peças fundidas para construção, laminados a frio, laminados a quente e ligas de aço. Outros bens brasileiros atingidos são papel não revestido, acessórios para tubos de solda, borrachas e cabos de aço para concreto armado.
De forma global, de janeiro a setembro deste ano, as vendas para os EUA caíram 31,5% em relação ao mesmo período de 2019. O Brasil registrou um déficit de US$ 3,124 bilhões, segundo o Ministério da Economia.
Contudo, para especialistas, não importa quem vencerá as eleições de novembro, se Trump ou o democrata Joe Biden, os americanos continuarão protecionistas.
*Com informações do jornal O Globo.
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