Bolsonaro pode ter que promover a maior reforma ministerial do mandato
Onze ministros devem deixar os cargos para concorrer nas eleições de outubro
O presidente Jair Bolsonaro (PL) vai promover, até o início de abril, a maior reforma ministerial desde o primeiro dia de mandato. Com as eleições em outubro, até 11 integrantes do alto escalão do governo devem deixar seus cargos para tentar a eleição como governador, senador ou deputado em seus respectivos estados. As informações são de O Globo.
Ministros atuam para promover nomes de sua confiança, mas partidos aliados a Bolsonaro estão na briga. Integrantes do governo acreditam que o desempenho do presidente na corrida eleitoral pela reeleição, atualmente atrás de Lula (PT) nas pesquisas, pesa nas exigências. Quando mais difícil for a vitória de Bolsonaro, maiores serão os pedidos dos aliados.
Em 2018, dez ministros de Michel Temer (MDB) pediram demissão para serem candidatos. O mesmo aconteceu ao fim do governo Lula, em 2010. Em 2014, a petista Dilma Rousseff perdeu nove ministros.
Entre as projeções, três devem disputar os governos estaduais. Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), em São Paulo; João Roma (Cidadania), na Bahia; e Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), no Rio Grande do Sul. Para o Senado, Flávia Arruda (Secretaria de Governo), no Distrito Federal; Gilson Machado (Turismo), em Pernambuco; Tereza Cristina (Agricultura), em Mato Grosso do Sul, e Fábio Faria (Comunicações) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) – esses dois últimos brigam para ver quem ficará com o posto de candidato a senador de Bolsonaro no Rio Grande do Norte.
Anderson Torres, da Justiça, é pré-candidato a deputado federal pelo Distrito Federal. Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) e Marcelo Queiroga (Saúde) ainda analisam se vão concorrer nas eleições.
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