Bolsonaro deve manter assessores do ‘gabinete do ódio’, mesmo após ação do Facebook
Grupo comandado por vereador do RJ e filho ’03’ do presidente estaria por trás de ataques a adversários nas redes sociais
Mesmo após a rede social Facebook ter derrubado perfis falsos ligados ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o avanço das investigações do Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito das fake news, o chefe do Executivo nacional pretende manter os assessores dentro do chamado “gabinete do ódio” – como ficou conhecido o grupo de integrantes comandado pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho “03” do presidente e que estaria por trás de ataques a adversários nas redes sociais.
De acordo com o Estadão, Bolsonaro se sentiu pessoalmente atingido pela ação, já que a plataforma identificou ao menos cinco funcionários e ex-auxiliares que disseminavam ataques a adversários políticos, além de conteúdo com desinformação.
O relatório do Facebook indicou Tercio Arnaud Thomaz, nome de confiança de Carlos, como um dos responsáveis por movimentar perfis falsos. Tercio é assessor especial do presidente e integra o “gabinete do ódio” ao lado de José Matheus Salles Gomes e Mateus Matos Diniz.
Na live semanal da última quinta-feira (9), um dia depois da ação do Facebook, Bolsonaro saiu em defesa dos auxiliares e criticou a derrubada de páginas e perfis de aliados, sem se referir diretamente à empresa.
“A onda agora é para dizer que as páginas da família Bolsonaro e de assessores, que ganham dinheiro público para isso, promovem o ódio. Eu desafio a imprensa a apontar um texto meu de ódio ou dessas pessoas que estão do meu lado”, disse.
Ainda de acordo com a publicação, após aliados bolsonaristas serem alvo de mandados de busca e apreensão no inquérito que apura atos antidemocráticos, assessores do presidente foram orientados a moderar suas intervenções nas redes sociais. A avaliação no Planalto é que o presidente vem perdendo seguidores nas redes com o crescimento de seu discurso radical.
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