Bia Kicis diz que recebeu pagamento por vídeos no YouTube em depoimento à PF
Ela afirmou, porém, que esses ganhos não têm origem em vídeos produzidos com dinheiro público
Em depoimento à Polícia Federal, a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) disse que recebeu pagamento do Youtube por vídeos que publicou em seu canal. A parlamentar afirmou, porém, que esses ganhos não têm origem em vídeos produzidos com dinheiro público. As informações são da colunista Bia Megale, do jornal O Globo.
Kicis relatou que o repasse foi de US$ 800 (o equivalente a R$ 4 mil) pagos ao longo de dois anos. Ela foi ouvida no inquérito dos atos antidemocráticos, no qual é investigada. Ela está entre os parlamentares que tiveram o sigilo bancário quebrado no âmbito da investigação.
“Indagada se recebe direta ou indiretamente qualquer valor oriundo de monetização decorrente de publicação de conteúdo (rede sociais, canais de youtube etc.), vinculado ao declarante ou a pessoas interpostas, respondeu que recebe monetização apenas do canal da declarante no YouTube, mas que não envolve nenhuma verba pública; que recebeu o equivalente a US$ 800,00 em dois anos; que a monetização da declarante não é alta; que monetiza apenas conteúdo elaborado pela própria declarante; que não utiliza assessores ou verba pública para elaboração e/ou publicação de seus conteúdos na rede social Youtube”, relata um trecho do depoimento.
Em julho, a Câmara proibiu deputados de usarem dinheiro da cota parlamentar para contratar serviços que geram lucro na internet. Tanto para a PF quanto para a coluna, Bia Kicis afirmou que só monetiza vídeos em seu canal que não foram editados por assessores.
“Se eu postar qualquer vídeo com edição feita por pessoas que trabalham comigo, não monetizo. Nunca impulsionei minhas redes, meu conteúdo é orgânico”, afirmou.
Além disso, a deputada disse que continua recebendo recursos por vídeos postados, porque youtubers afirmaram a ela que “canais não monetizados perdem relevância” na rede social. O canal de Bia Kicis conta com 168 mil inscritos.
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