ACM Neto diz que pretende criar um plano de desenvolvimento regional para gerar mais empregos na Bahia
Para o candidato ao governo da Bahia, é preciso que o estado saia da posição de produtor de matérias-primas para a industrialização
A Bahia ainda segue com o pior desempenho no combate ao desemprego e chegando a posição de líder do Brasil, com 15,5%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As maiores taxas de desemprego depois do estado baiano são Pernambuco (13,6%) e Sergipe (12,7%), e as menores do país, são Santa Catarina (3,9%), Mato Grosso (4,4%) e Mato Grosso do Sul (5,2%).
ACM Neto disse, na manhã de ontem, durante sabatina com o editor-chefe do Portal M!, Osvaldo Lyra, no programa Nova Manhã da rádio Nova Brasil FM, que vai criar um plano desenvolvimento regional para desacelerar a taxa de desemprego e iniciar a solução do problema, conforme o potencial de cada região da Bahia, que tem dependido cada vez mais dos programas de suporte do governo federal.
“Uma coisa está associada a outra. O desemprego está associado às desigualdades sociais, pobreza e miséria. Infelizmente, a Bahia é o estado que tem o maior número de pessoas em estado de pobreza e também somos campeão nacional do desemprego. E qual é o caminho? Primeiro, compreender que a Bahia é muito grande. Temos 417 municípios e cada região tem a sua característica, a sua peculiaridade e consequentemente a vocação e potencial e é preciso compreender isso. Não é como uma receita de bolo que vamos gerar emprego”, disse ACM Neto.
“Temos que avaliar e desenhar com as forças produtivas locais, um plano de desenvolvimento regional. Cada região vai ter o seu plano, com suas metas econômicas bem claras. Definir as iniciativas públicas e casar com as iniciativas privadas, ou seja, vamos canalizar os investimentos públicos para o alcance das metas econômicas”, acrescentou o ex-prefeito de Salvador.
Para ele, é preciso que o estado saia da posição de produtor de matérias-primas para a industrialização e, consequentemente, potencializar o emprego e a renda do estado. “A Bahia caiu mais de 25% na indústria de transformação e isso é o dobro da queda nacional e a Ford é um grande exemplo disso. O governador tem que ser um embaixador do estado, correr atrás de investimentos privados no Brasil e no exterior e entender essa matriz econômica diversificada para trabalhar com o enorme potencial que a Bahia tem.
“No Oeste, por exemplo, temos a força extraordinária do agronegócio e possibilidade de expansão da agricultura familiar, do pequeno produtor, mas também da necessária agroindustrialização do Oeste. A ideia é que possamos dar um passo seguinte e verticalizar a cadeia. Não podemos ficar somente como produtores primários, de matéria-prima. É preciso industrializar”, pontuou.
Na avaliação de Neto, outra área que vai contribuir para o avanço do estado é solucionar gargalos da logística, como ferrovias, portos, rodovias e aeroportos. “A questão da infraestrutura e da logística tem relação direta com o desenvolvimento e com a perspectiva de expansão econômica do estado. Temos que olhar a logística de forma integrada. Temos aí ferrovias que precisam ser melhoradas, os portos que têm que ter ampliação portuária da Baía de Todos-os-Santos, sem deixar de estar integrado pelas rodovias que existem alguns desafios, que é manter as rodovias estaduais. Muitas estão em péssimo estado de conservação”, falou Neto.
“Melhorar e construir novas estradas integradas para melhorar o escoamento; e sem deixar de falar dos aeroportos que são importantes para o turismo, para a produção agrícola, para o escoamento da produção. A logística é um grande desafio e é fundamental mobilizar investimentos em parceria público-privado”, completou.
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