“A decisão do Senado não vai vir em bloco, como era governo e Senado”, avalia Raíssa Soares
Médica bolsonarista declarou estar confiante no reconhecimento do povo sobre sua trajetória como médica e atuação durante a pandemia
Nova na política, a médica mineira Raíssa Soares (PL), pré-candidata a senadora da Bahia e apoiada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), avalia que a “disputa de pleito eleitoral vai acontecer naturalmente”,mesmo que haja uma tensão nunca antes vista provocada pelo conflito da polarização política que atravessa o país.
“E a decisão da cadeira do Senado não necessariamente vai vir em bloco, como historicamente vinha, que era governo e Senado junto”, pontuou a médica dermatológica durante entrevista com o editor-chefe do Portal M! e colunista de A Tarde, Osvaldo Lyra, na manhã desta segunda-feira (18).
Questionada sobre as estratégias para viabilizar o pleito, haja vista que a eleição para o Senado é decidida em um único turno, Raíssa declarou confiante no reconhecimento do povo sobre sua trajetória como médica e na sua atuação durante a pandemia de Covid-19, além do apoio de seguidores bolsonaristas.
“Eu tenho caminhado pela Bahia, levado para as pessoas a verdade, despertado as pessoas politicamente. Eu tenho visto, às vezes a gente tem achado mesmo, encontrando apoiadores, e esses apoiadores vão trazendo para a gente o interesse e o patriotismo de levantar o nome de Raíssa Soares junto da população: ‘você sabe quem é ela?’ ‘sei, é a dra. que salvou vidas’. Então, eu sempre entendo o seguinte, o nome Raíssa Soares já foi plantado lá atrás em 2020 quando eu me posicionei para tratar o povo”, comentou.
“Agora elas reafirmam um apoio. Então, o que eu tenho feito é conhecer todo o estado, buscar conhecer as lideranças, porque tem sempre uma recepção incrível. As pessoas me recebem de uma forma extremamente calorosa, de gratidão, o nome é gratidão. As pessoas têm gratidão quando elas me encontram. Então, é um trabalho de pé na estrada. É conhecer os lugares, conhecer as pessoas. E aí eu tenho estado junto com todas as lideranças”, acrescentou.
A guerra da isenção do ICMS
Dos três senadores baianos, apenas Jaques Wagner (PT) votou contra a proposta de isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis. Para a médica, a análise sobre a matéria se devia ou não abaixar os impostos frente a alta do petróleo, acabou se instaurando uma guerra entre os governadores e o presidente, principalmente Rui Costa (PT).
“Sem dúvida nenhuma, quando Bolsonaro bateu na tecla de reduzir o ICMS, mesmo que o governador Rui Costa foi tentar entrar juridicamente com a proibição de que não baixaria o ICMS, quando teve que ceder e baixou, todos os estados viram que uma vez que nós temos uma alta do petróleo secundária a uma série de fatores externos ao Brasil, e que a gente pode ter domínio quando o estado tem condição de fazer sua parte e reduzir o ICMS”, disse.
“Na ponta da bomba de gasolina aconteceu a redução de 1, 2 reais no custo da gasolina que sem dúvida nenhuma quando você vai colocar 10, 20, 30, 100 litros em um carro para fazer suas grandes viagens, isso impacta muito no bolso do nosso baiano. Então, é uma guerra que se implantou por não querer dar mérito, por exemplo, ao presidente, mas graças a Deus que todo o universo aconteceu para que… Realmente, se você reduz o ICMS, você reduz o bolso. Foi uma estratégia correta do presidente e que teve que ser acatada pelo governador”, emendou a pré-candidata ao Senado.
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