“Nós vivemos a pior crise do mercado imobiliário entre 2014 e 2018”, diz Cláudio Cunha
Presidente da Ademi-Bahia avaliou o período do mercado imobiliário baiano e os impactos da pandemia no setor
O mercado imobiliário da Bahia passou por um período de crise intensa entre os anos de 2014 e 2018. Nenhum entretenimento foi lançado em Salvador. Após o longo período de estagnação, o mercado voltou a dar sinais de aquecimento, até chegar 2020 e com ela a pandemia do Coronavírus.
O presidente da Ademi-Bahia, Cláudio Cunha, disse ao Portal M!, em entrevista ao editor-chefe, Osvaldo Lyra, no jornal A Tarde, que “o mercado imobiliário depende basicamente de segurança jurídica, taxa de juros acessível, oferta de crédito e inflação sob controle”.
Com um ambiente mais favorável, o mercado imobiliário passou a ter todos estes elementos, mas precisa evoluir, sobretudo com as mudanças de comportamento que impactam no dia a dia dos negócios, aliado ao equilíbrio na relação entre e comprador e as incorporadoras.
Segundo Cláudio, o mercado imobiliário hoje tem “a maioria desses itens todos em prática. Nós temos hoje alguma segurança jurídica, mas ela precisa evoluir. A gente sabe que toda essa mudança de comportamento, todas essas mudanças que nós estamos vivendo sempre. Então nós tivemos também recentemente a aprovação da nossa lei de resolução dos contratos, que trouxe um equilíbrio na relação entre comprador e as empresas incorporadoras. Isso também traz um equilíbrio na relação e faz com que o mercado tenha mais segurança e condições de fazer um lançamento”, disse ao M!.
Diante da pior crise do mercado imobiliário entre os anos de 2014 e 2018, onde o mercado imobiliário encolheu e houve poucos lançamentos, o presidente da Ademi-Ba, ressaltou que “de uma certa forma, acabou contribuindo para esse momento, porque criou uma demanda reprimida, fez com que as empresas também se reestruturassem e estivessem preparadas para enfrentar esse momento de pandemia agora com mais solidez e continuar com suas atividades”.
Questionado sobre os impactos causados pela pandemia do Coronavírus, Cláudio Cunha salientou que o segmento viveu um momento de “incerteza, insegurança e desconhecimento ao mesmo tempo” e que desde o começo a construção civil procurou continuar com suas atividades, “levando sempre segurança para seus funcionários, para seus canteiros de obras, adotando sempre medidas sanitárias, contou com o apoio e compreensão dos órgãos governamentais”.
“Naquele momento paralisou todas as nossas atividades, todas as pessoas procuraram se recolher para evitar o contágio e também para entender tudo aquilo que a gente estava passando. E nós continuamos com a atividade da construção civil, o que foi importante para manter o emprego, manter a renda e manter as empresas em funcionamento e com condições de prosseguir com suas atividades. Nesse período, o mercado imobiliário procurou muito investir em pesquisa. Entender aquela situação, analisar o que estava acontecendo e, principalmente, ficar atento às mudanças de comportamento” ressaltou.
“A gente sabe que o mercado imobiliário é ligado ao comportamento humano, ao comportamento das pessoas, e essa pandemia mudou tudo. Ao mesmo tempo que ela mudou os hábitos, mudou os conceitos, mudou nossa forma de trabalhar, mudou a forma de as pessoas estudarem, se relacionarem. Nós passamos também nesse momento a desempenhar as funções domésticas do dia a dia, de cozinhar, de fazer a limpeza da nossa casa. Isso tudo tem um impacto no nosso mercado. A parte de automação, da infraestrutura para dar internet com um bom sinal para a gente desempenhar essas funções, tudo foi colocado numa pesquisa, foi colocado no desenvolvimento de novos projetos para que a gente pudesse atender essa nova demanda e a toda essa mudança”, concluiu.
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