“Brasil é prisioneiro de uma armadilha de crescimento zero”, dispara Guedes

Ministro da Economia disse que déficit do PIB é de 1% este ano


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redacao 07/12/2021 23:00 Política

Durante evento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta terça-feira (7), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o Brasil terá desaceleração, mas não vai entrar em recessão.

“Temos que resistir ao ceticismo dos perdedores das eleições anteriores e reagir com a realidade: a inflação está subindo, mas é um problema do mundo inteiro”, afirmou Guedes. “O BC está subindo juros e isso desacelera crescimento, mas não causa recessão, pois a taxa de investimento está chegando a 20%, o pico desde 2014”, pontuou.

O ministro chamou de “conversa fiada” as críticas que recebeu nas últimas semanas sobre os riscos fiscais trazidos pelo Auxílio Brasil, o novo programa social do governo. “Muito se diz de falta de controle fiscal, irresponsabilidade, populismo fiscal. Conversa fiada, falsa narrativa”, declarou.

“A verdade é que chegamos com um déficit de 2% do PIB e no primeiro ano puxamos para 1%. Chegou a doença [coronavírus] e fomos para um déficit de 10,5%, mas este ano fechamos o déficit em 1% do PIB. Nenhum país no mundo fez isso”, disse.

Durante o evento, o ministro fez críticas às gestões anteriores, afirmando que o Brasil é “prisioneiro de uma armadilha de crescimento zero” e ressaltou que o país tem capacidade de ser a maior potência agroindustrial do mundo.

O economista também fez menção às reformas, promessas do atual governo durante a campanha eleitoral, que estão paradas no Congresso.

“As reformas estão lá. Quem pede a Reforma Administrativa, Tributária. Está tudo lá, é só aprovar. Não é só a PEC 110, está lá o Imposto de Renda também”, detalhou.

“No primeiro ano, começamos com a grande Reforma da Previdência. Não fizemos completa, queríamos fazer mais, colocar um sistema de capitalização com poupança garantida. O Brasil estaria já assegurando maiores taxas de investimento e crescimento futuro. Deixaram-nos fazer só pela metade”, acrescentou.

 

* Com informações da CNN Brasil.

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