Senado aprova PEC da Reforma Eleitoral sem a volta das coligações
Texto agora será promulgado pela mesa do Congresso em sessão conjunta com membros das duas Casas
Nesta quarta-feira (22), o plenário do Senado Federal aprovou em segundo turno, por 66 votos a 3, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral, que altera a legislação que norteia os pleitos brasileiros.
A volta das coligações nas eleições de deputados e vereadores foi retirada do texto. Em primeiro turno, a PEC foi aprovada por 70 votos favoráveis e 3 contrários.
O texto agora será promulgado pela mesa do Congresso, em sessão conjunta com membros da Câmara e do Senado.
Segundo a relatora da PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senadora Simone Tebet (MDB-MS), a volta das coligações foi retirada, pois viola o direito ao voto direto, que é uma cláusula da Constituição que não pode ser mudada.
Foram mantidas algumas alterações do texto vindo da Câmara dos Deputados, como os mecanismos para incentivar candidaturas de negros, indígenas e mulheres.
Os votos para essas pessoas será contado em dobro, para efeito da distribuição dos recursos dos fundos partidário e eleitoral nos pleitos de 2022 a 2030.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), acatou a sugestão de Tebet para retornar para votação na CCJ duas emendas que não foram incluídas em seu relatório.
A primeira exige que ao menos uma das candidaturas seja do sexo feminino nas chapas para presidente e vice-presidente e governador e vice-governador.
A segunda emenda pretende considerar as bancadas de Senadores na definição das cláusulas de desempenho, utilizadas para habilitar os partidos no acesso dos recursos dos fundos Partidário e de Campanha, assim como ao tempo de propaganda em rádio e TV.
Por se tratar de uma PEC, não é necessário sanção presidencial.
* Com informações da CNN Brasil.
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