“Para o Brasil ter segurança jurídica, é preciso tirar Bolsonaro”, afirma Lídice
Deputada federal baiana avalia que o recuo do presidente foi uma “desmoralização” para ele
A deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA) acredita que não há possibilidade para um “recomeço” do governo de Jair Bolsonaro (sem partido), após ele discursar contra os Poderes, inflamar apoiadores e, em seguida, recuar ao divulgar uma carta aberta à sociedade. Para a parlamentar, o governo chegou ao fim e o recuo é uma “desmoralização total” do presidente.
“O recuo de Bolsonaro está dentro do método que ele tem usado desde o início do seu governo: ameaça e recua. Alguém não pode fazer os ataques que ele fez em um dia e no outro pedir perdão, como se fosse briga de namorados, o que, aliás, demonstra uma relação desajustada dos casais que vivem assim”, compara a deputada.
Para Lídice, é importante neste momento intensificar o movimento pelo impeachment, uma vez que os grupos de direita, esquerda e centro compreenderam o que Bolsonaro é capaz de fazer com o país.
“O presidente acabou com o 7 de setembro, um símbolo da independência do país, que foi manchado e acabado, por uma tentativa de apropriação para fins privados de uma data que é nacional”, pontua.
Ela diz que o posicionamento de Bolsonaro reafirma sua incapacidade de governar.
“Eu não acho que haja possibilidade de recomeço. Quem disse que isso não vai se repetir daqui a um mês? Porque ele puxa a corda da sua base para o extremo, uma base que já é extremada vai ao delírio. As pessoas foram achando que iriam decretar um estado de sítio, enganadas pelo presidente. E aí chega uma hora que ele tem que voltar atrás. Eu não vejo caminho de retorno”, analisa.
Lídice ressalta que, neste momento, a oposição precisa ser mais dura. “Ou se conquista o impeachment e o impeachment não é um quadro indesejável. Indesejável é continuar na intranquilidade, na insegurança que nós estamos no Brasil”, argumenta.
“A direita gosta muito de utilizar o termo ‘segurança jurídica’, mas para o Brasil ter segurança jurídica é preciso tirar Bolsonaro, porque ele é insegurança de tudo, insegurança política, institucional e governamental. Foi desastroso o 7 de setembro”, finaliza.
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