Bahia promete punir policiais que participarem dos atos bolsonaristas do 7 de setembro
Governos de São Paulo, Paraíba, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Amazonas e Roraima também ameaçam disciplinar integrantes das corporações
Policiais militares que participarem dos atos bolsonaristas previstos para o 7 de Setembro podem ser punidos pelo Governo da Bahia. De acordo com reportagem publicada neste sábado (4) pelo jornal O Globo, outros sete governadores afirmaram que os oficiais e praças que se manifestarem no feriado de Independência devem ser punidos.
Dez outros gestores não deixam claro como vão agir, dois dizem que os regimentos internos permitem a manifestação de policiais desde que sem farda e sete não se pronunciaram, segundo a reportagem.
No 7 de setembro, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) farão manifestações contra as instituições democráticas, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A preocupação dos governadores sobre a PM participar das manifestações veio a público na semana passada, após o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), exonerar um dos comandantes da corporação, o coronel Aleksander Lacerda. Nas redes sociais, o oficial atacou o STF e convocou policiais para os atos da terça-feira (7).
A mobilização de PMs pela internet também ajudou a deixar os governadores atentos à questão. Contudo, após reunião em Brasília, no último dia 23, chefe dos Executivos estaduais afirmaram que farão o possível para que as corporações atuem “nos limites da Constituição”.
Em São Paulo, o governo informou que os “policiais militares da ativa, conforme a legislação, são proibidos de participar de eventos de caráter político-partidário”.
No Rio de Janeiro, o governo disse ser defensor da liberdade de expressão e respeitar qualquer ato de manifestação pacífica. Acrescenou que a ação da Polícia Militar em atos públicos é regulada pelo Regimento Interno.
Outros estados que pretendem punir PMs que participarem dos atos são Paraíba, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Amazonas e Roraima.
Em Goiás, o Ministério Público expediu recomendação para a Secretaria de Segurança Pública e para a própria PM indicando que policiais militares da ativa não participem de atos políticos no 7 de setembro. Mas o governo não se manifestou ainda sobre como deve se portar.
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