“É muito importante serenar os ânimos e buscar a cooperação na pandemia”, diz João Roma
Ministro da Cidadania avalia condução do presidente Bolsonaro durante processo de imunização contra a Covid-19
Entrevistado pelo editor-chefe do Portal M!, Osvaldo Lyra, no jornal A Tarde, o ministro da Cidadania, João Roma disse que “é muito importante serenar os ânimos e buscar a cooperação na pandemia”.
“O Governo Federal já disponibilizou mais de 44 milhões de doses da vacina”, disse.
Em avaliação da condução do presidente Bolsonaro (sem partido) e do governo no processo de imunização da população, Roma disse também que “o presidente deu exemplo quando chamou para o Palácio da Alvorada os presidentes dos poderes, governadores, ministros, buscando justamente a união de forças para superar o quesito da vacinação, do enfrentamento dessa pandemia”.
“Agora, das mais de 44 milhões de doses já disponibilizadas, cerca de 25 milhões já chegaram diretamente à população. Agora, precisamos unir esforços para fazer fluir toda essa logística e imunizar a nossa população”, completou.
Questionado de como avalia o trabalho do presidente Bolsonaro, Roma ressaltou que “o Governo Federal tem buscado cada vez mais estar presente no cotidiano da população brasileira”.
“A população, de alguma maneira, se viu alijada do processo civil, distante das estruturas do Governo Federal, onde você viu uma estrutura muito forte dessa burocracia, trabalhamos para si, para a própria estrutura do Estado em Brasília, com a realidade muito distinta do que é o dia a dia do brasileiro em todo o Brasil. Não só nos grandes centros, como também nas regiões periféricas, nos pequenos municípios”, pontuou.
“Acho que a tônica principal é justamente essa presença do Governo nessa capilaridade. Isso se traduz na entrega de obras, quando você observa o ministro da Infraestrutura, chamado agora pela população de “Tarcisão do Asfalto”, não anunciando obras novas, mas sim entregando obras que historicamente se arrastavam por décadas, sem servir à sua população, que é a principal finalidade de qualquer governo, essa capilaridade se traduz”, disse.
“Quando você vê a execução de um programa como o auxílio emergencial, executar em nove meses mais de dez anos do Bolsa Família, isso também se traduz em capilaridade. Quando o próprio programa Bolsa Família, que atinge historicamente o maior número de beneficiários, que foi em março desse ano com 14.520.000 pessoas, isso se traduz na presença do Estado. Assim como várias outras questões que estão saindo do papel, estão se concluindo”, completou.
Sobre o seu rompimento com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), Roma limitou-se em dizer que “foram divergências de caráter político”.
“Eu, juntamente com meu partido, o Republicanos, apoiamos o governo Bolsonaro. O prefeito ACM Neto tem adotado uma postura crítica em relação ao Governo Federal. Após a minha nomeação para ministro do presidente Bolsonaro, nunca mais voltamos a nos falar”, explicou.
Por fim, João Roma disse que pretende deixar como legado, na sua passagem como ministro da Cidadania, “ser mais efetivo nas políticas públicas para que, de fato, consigamos melhorar a qualidade de vida daqueles que mais precisam”.
“O desafio é ainda maior no enfrentamento de um período como esse em pandemia, e sem dúvida nenhuma, esse que é o maior desafio da minha vida pública, eu buscarei traduzir através de ações efetivas que cheguem junto à realidade de vida dos brasileiros mais necessitados”, finalizou.
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