Mandetta defende “pacificação” para a construção de chapa contra Bolsonaro em 2022
Ao comparar o presidente do Brasil com Lula, o ex-ministro da Saúde diz que país deve fugir de extremos; Mandetta deu entrevista na Rádio Globo nesta segunda
Na visão do ex-deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), um político de centro capaz de derrotar o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), nas eleições de 2022 deverá ter projeto de país e capacidade de diálogo entre os polos.
Segundo a projeção do ex-ministro da Saúde da gestão Bolsonaro, esse político de centro ainda não tem nome e gênero definidos, mas precisará pensar e agir com base em um sentimento de pacificação nacional.
“Parece que o centro é uma pessoa sem opinião, o que não é verdade. O ponto é que o centro tem que saber dialogar, sem radicalismos. A construção disso passa por ideia e projetos, como o que falaremos de educação e de saúde”, afirmou Mandetta.
Ele, que concedeu uma entrevista à Rádio Globo, na manhã desta segunda-feira (15), enunciou um protótipo de como deveria agir um futuro representante do centro, mas evitou falar em nomes. “Os nomes devem ser secundários, o mais importante, agora, é o diálogo”, justificou.
Bolsonaro e Lula
Embora tenha negado falar em nomes para representar sua corrente política, Mandetta se prontificou a rechaçar uma eventual disputa eleitoral de 2022 com a polarização entre o ex-presidente Lula (PT) e Bolsonaro.
“A maioria da população não quer optar entre extremos. Eles [Lula e Bolsonaro] fazem o mesmo tipo de política, que é aquela que busca a ocupação de poder”, definiu.
Para o ex-ministro da Saúde, caberia uma manifestação de autocrítica para que o mandatário do país e o ex-presidente entrassem em seu radar político.
“E nenhum dos dois foi capaz de fazer essa autocrítica e de pedir desculpas ao país, ao falar que errou e fez isso ou aquilo e que prejudicou as pessoas”, disse Mandetta.
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