“Brasil merece mais do que a escolha no menos pior”, diz Mara Gabrilli
Sem citar o termo, candidata a vice na chapa de Simone Tebet disse que a ‘terceira via’ é a opção para o brasileiro não trazer a corrupção de volta
De 2018 para cá, o eleitorado, assim como a política brasileira, têm se dividido em pontas extremas: em um lado há os que alimentam a aversão ao PT/Lula e na outra ponta, os que apoiam fielmente o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL). Há também uma parcela que quer discutir o Brasil e os indecisos.
Sem citar o termo, na avaliação de Mara Gabrilli (PSDB), candidata a vice-presidente na chapa de Simone Tebet (MDB), a chamada ‘terceira via’ é a opção para o brasileiro não trazer a corrupção de volta e nem perpetuar uma gestão marcada por conflitos e descaso pelos próximos quatro anos.
“Digo à população que conheça o passado dos candidatos porque é esse passado que é referência do que teremos para o futuro. O Brasil merece mais do a escolha no menos pior. O Brasil merece mais do que isso e para isso temos que olhar para frente e não para o próprio umbigo”, disse durante entrevista com o editor-chefe do Portal M!, Osvaldo Lyra, no programa Nova Manhã da rádio Nova Brasil FM.
“Um país que deixa os mais vulneráveis para atrás nunca vai se desenvolver a altura e a gente tem que pensar que quando melhora a vida de uma pessoa, é a humanidade que dá o salto de qualidade. Então, a gente não pode querer que o Brasil seja vítima do menos pior, do negacionismo como aconteceu com a vacina. Tivemos mais de 700 mil famílias enlutadas e o Bolsonaro tem muita responsabilidade em cima disso e hoje muitas pessoas que estão passando fome, votaram um dia no Lula e também foram vítimas da corrupção que avassalou o país”, associou Mara.
Tetraplégica, Mara tem histórico de lutas por inclusão social para pessoas com deficiência, inclusive, com passagens pela Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo ela, a chapa composta por mulheres tem como o pilar a inclusão social de diversas categorias da sociedade brasileira.
“Quando a gente fala de inclusão, a gente pensa em inclusão de todos os segmentos e isso inclui a população negra, indígena originária, quilombolas, migrantes, refugiados, LGBTQIA+, dos que vivem em situação de rua, dos que sentem fome, então, falar de minorias do Brasil não é falar de um público pequeno, mas é falar dos que estão invisíveis no Brasil e são eles que queremos trazer para visibilidade, com que eles tenham oportunidades de exercer a cidadania e virarem contribuintes brasileiros”, pontuou Gabrilli.
Sem perder de mira a crítica aos opositores, ela disparou contra os dois primeiros colocados das intenções de voto, Lula e Bolsonaro. “Tivemos anos de muita corrupção no Brasil e a corrupção mata, ela tira o remédio da família, tira a comida do prato do brasileiro. Por isso que eu torno a falar, que a Simone Tebet e eu estamos oferecendo ao Brasil uma possibilidade de um caminho diferente. São duas mulheres que têm ficha limpa, com uma trajetória robusta no Legislativo e no Executivo, de trabalho, competência e profundidade técnica”, falou.
Entre as propostas da chapa, além da meta de inclusão, Mara comentou sobre a missão de diminuir a evasão escolar no país por meio de uma poupança do aluno, na qual o estudante só vai poder sacar cerca de R$ 5 mil após a conclusão do Ensino Médio.
“O Brasil precisa conhecer quem está se disponibilizando com tanta devoção para ajudar esse país a voltar a crescer e gerar emprego e renda, de tirar os jovens da situação de nem trabalhar e nem estudar, que eles tenham esperança para o futuro. A gente tem muitas propostas para os jovens, como uma poupança jovem, no qual desde que ele ingresse no Ensino Médio já começam a receber um depósito. Isso é um estímulo para evitar a evasão escolar que temos hoje, pois metade das crianças que ingressam no Ensino Básico não chegam no Ensino Médio”, completou.
*Confira a entrevista na íntegra:
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