Lula descarta possibilidade de intervenção no agronegócio
Segundo o petista, “não é possível que um governo seja maluco de querer fazer”
O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, descartou nesta quarta-feira (21), a possibilidade de intervir no agronegócio, se eleito em outubro. “Não é possível que um governo seja maluco de querer fazer intervenção”, afirmou o petista em entrevista ao Canal Rural gravada ontem e exibida nesta quarta.
“Se você tentar fazer produção e bloquear, vai quebrar a cara mesmo. Você quebra a cara do Brasil, do negócio e quebra a cara da sua respeitabilidade no mundo”, acrescentou o petista. A entrevista é uma tentativa de reconciliação do candidato com o mundo do agronegócio depois de causar revolta no setor ao afirmar, em entrevista no Jornal Nacional, que parte dele é fascista.
A declaração de Lula vem em meio à insegurança do segmento sobre a política para alimentos em um eventual governo petista. Inicialmente, as diretrizes do programa de governo do ex-presidente, registradas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), citavam o termo “regulação da produção agrícola”.
O fato desagradou o setor produtivo e foi visto como sinalização de intervenção. O termo acabou retirado da versão final das diretrizes, mas, recentemente, em comício, Lula falou sobre “repensar a distribuição da carne” e “deixar um pouco” no mercado interno, o que também foi recebido com cautela.
Para Lula, a solução para o impasse da produção de alimentos é ampliar o poder de compra da população.
“Em todos os países do mundo, normalmente, a tradição da exportação é: você exporta aquilo que você não consome, ou o excedente. Você não pode exportar o alimento que falta para o Brasil. Para aquilo que está faltando no Brasil, é o povo ter poder aquisitivo para poder comprar carne. Na hora que o povo tiver poder aquisitivo para comprar carne, quem produz carne vai vender no mercado interno”, argumentou o petista na entrevista.
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